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terça-feira, 12 de março de 2013

Oportunidades vão crescer para vigilantes no País. No Rio, serão 60 mil oportunidades

Rio -  Com a atenção do mundo voltado para o Brasil, por conta de futuros eventos mundiais, cresce a demanda por segurança privada no mercado de trabalho: a previsão é de que sejam criadas 300 mil vagas para vigilantes até 2016. No Rio de Janeiro, somando a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos serão contratados 60 mil profissionais, conforme o Comitê Organizador Local (COL).
Para assegurar que não haverá falta de mão de obra qualificada, academias de formação, registradas pelo Ministério da Justiça e fiscalizadas pela Polícia Federal, estão sendo criadas para formar novos profissionais.

 Passo a passo para ser vigilante
Para tornar-se um vigilante, diretor do Sindicato dos Vigilantes do Município do Rio, Jomar Firmino, orienta: É preciso tirar certidão de 1º a 4º ofício, se ele residir na Capital. Esse documento leva cinco dias para ficar pronto. Ele pode ser obtida na Rua Almirante Barroso 90, 2º andar. Fora do Rio, somente nos fóruns locais.
“Além disso, certidão negativa da Justiça Militar, Justiça Eleitoral, Justiça Federal, antecedentes criminais do Instituto Félix Pacheco e antecedentes da Polícia Federal. Tudo isso, pela Internet”, diz Firmino.
Depois, procurar curso de formação de vigilante registrado na portaria Lei 7.102/83 do Ministério da Justiça. “Esse curso custa de R$ 450 a R$ 600, dependendo da academia”, informa. No estado existem cerca de 20 academias. A carga horária mínima é de 160 horas, ou seja, em média, três semanas.
Depois de 45 a 60 dias, a documentação é encaminhada para Polícia Federal e, então, o diploma é gerado. A cada dois anos, é preciso fazer a reciclagem, com 30 horas de aula.
Onde se cadastrar
Vale a pena pesquisar as empresas de vigilância na Internet para encontrar as oportunidades. O site do Sindicato dos Vigilantes do Município do Rio (www.sindvig.org.br) conta com vários links úteis para ajudar na certificação do candidato.
É possível buscar, também, por mais informações no endereço eletrônico do Sindicato das Empresas de Segurança Privada do Estado: www.sindesp-rj.com.br.
Curso obrigatório e bom perfil psicológico
Com a crescente demanda de eventos internacionais ocorrendo no Rio e com a expectativa de haver contratações até os Jogos Olímpicos, a procura por vigilantes cresce em média 20% ao ano, segundo Frederico Crim Câmara, do Sindesp-RJ. Para suprir essas vagas, é preciso entender qual tipo de profissional as empresas querem contratar.
Segundo Diógenes Lucca, diretor da Facility Segurança, o vigilante adequado é aquele que, além do curso obrigatório, apresenta bom perfil psicológico.
“Ou seja, é uma pessoa controlada, racional e dinâmica. Exige-se apenas cursos extras para segurança pessoal ou escolta armada.”
Conheça o mercado de trabalho da segurança privada
Público x privado
Há uma diferença básica entre o profissional de segurança pública e privada. Alex de Oliveira, segurança pessoal da Leman Belfort, explica que o primeiro tem preparo para o confronto direto, enquanto o segundo está pronto para administrar conflitos e riscos. “Muitos mantêm essa imagem do segurança durão. Assim deve ser a postura do vigilante”, destaca.
Rotina
De acordo com o presidente do Sindesp-RJ, Frederico Crim Câmara, o turno de trabalho do vigilante é: 12 horas de trabalho por 36 de descanso. “Pode até surgir a oportunidade um outro emprego ou até trabalhar com dias extras na própria empresa”, detalha. Além dessa rotina, é possível atuar também de segunda a sexta-feira, com oito horas diárias. “Algumas empresas também trabalham nos finais de semana”, avisa.
Caminhos
O vigilante pode atuar de diversas maneiras, como lista o sócio diretor da empresa de segurança privada Leman Belfort, Manoel dos Anjos Almeida: segurança pessoal (com personalidades); escolta; segurança bancário (perceber o movimento da porta giratória e vigiar todo o ambiente); vigilante de central de monitoramento; e vigilante em shopping center.
Tecnologia
Almeida aponta um horizonte da profissão: “A tecnologia tem sido uma ferramenta de grande valia. Com ela, é possível monitorar sem se envolver fisicamente. Como observação é parte vital do trabalho, a tecnologia é grande ajuda”, diz.


fonte:  Pablo Vallejos – Jornal o Dia – 07/07/2012 e http://www.sindvig.org.br/index2.php?tipo=1&flag=home&id=29

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