
RIO - Inteligência visual, atenção, responsabilidade, foco, amplo campo de visão e até capacidade de permanecer por muitas horas em silêncio. Essas são algumas das características necessárias para se tornar um bom “homem de preto”. Ao contrário do que se possa imaginar, força física não é pré-requisito para a profissão de vigilante ou segurança, cujo mercado se expande em todo o Brasil e especialmente no Rio de Janeiro, e que ganhou visibilidade durante a chegada do Papa Francisco, na última segunda-feira. Da Grande Buenos Aires, até Mariela, a irmã do pontífice, disse ter ficado mais nervosa pelos seguranças — no caso, da guarda suíça do Vaticano —, quando a comitiva ficou presa no engarrafamento da Presidente Vargas.



